Livro “Cristo e Sua Justiça” – E. J. Waggoner

Baixe agora mesmo e desfrute dessa leitura maravilhosa: uma mensagem de extrema importância PARA ESTE TEMPO!!!

Livro escrito por E. J. Waggoner contendo as seguintes declarações:
A Palavra estava no princípio: a mente do homem não pode assimilar as eras abrangidas nesta frase. Não é dado aos homens saber quando ou como o Filho foi gerado;” (p. 8);
Mas Cristo é o Filho de Deus por nascimento. O autor de Hebreus adicionalmente mostra que a posição do Filho de Deus não é uma a que Cristo haja sido elevado, mas sim uma a que tem por direito.” (p.12 e 13);
Cristo é o “unigênito de Deus”. Ele é gerado, não criado. Quando Ele foi gerado não nos compete indagar, nem nossas mentes poderiam assimilá-lo se nos fosse indicado. […] Cristo é um Filho gerado, não um súdito criado. Ele tem por herança um nome mais excelente do que o dos anjos; Ele é um “Filho sobre a Sua casa”. E sendo Ele o Filho unigênito de Deus, é da mesma substância e natureza de Deus e possui por nascimento todas os atributos de Deus,” (p.25 e 26);
“Finalmente, conhecemos a unidade divina do Pai e do Filho pelo fato de que ambos têm o mesmo Espírito. […] Aqui nós encontramos que o Espírito Santo é tanto o Espírito de Deus como o Espírito de Cristo.” (p.28).

Veja o que Ellen White escreveu sobre a mensagem que E. J. Waggoner escreveu:

“Quando declarei perante meus irmãos que eu ouvira pela primeira vez as ideias do Pastor E. J. Waggoner, alguns não acreditaram em mim. Afirmei que eu ouvira preciosas verdades proferidas a que podia corresponder de todo o meu coração, pois essas grandes e gloriosas verdades: a justiça de Cristo e o sacrifício completo feito em favor do homem, não tinham sido indelevelmente gravadas em minha mente pelo Espírito de Deus? Este assunto não foi apresentado reiteradas vezes nos testemunhos? Quando o Senhor deu a meus irmãos o encargo de proclamar esta mensagem, senti-me inexprimivelmente agradecida a Deus, pois eu sabia que era a mensagem para este tempo.” (WHITE, E. G., Mensagens Escolhidas v. 3, p. 172).

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