O Retorno da Mensagem de 1888 em nossa geração e o Alto Clamor do Quarto Anjo de Apocalipse 18
Citaçoes e passagens bíblicas sobre a Justiça de Cristo em nós pela fé.
“Não somos a geração de 1888, somos a geração seguinte, que veio depois disso, e existe uma mensagem para o povo de Deus da nossa geração. Somente quando as velhas verdades são compreendidas é que podemos entender as novas. Portanto, somente quando entendermos a mensagem de Jones e Waggoner, vamos poder apreciar a mensagem dos nossos dias. Somente se compreendermos aquela mensagem que poderia ter preparado o povo de Deus dentro de um ou dois anos poderemos compreender a mensagem que pode preparar o povo de Deus em meses. Poucos meses!” Camron Schofield, Anunciando o Alto Clamor
“Ao nos sujeitarmos a Cristo, nosso coração se une ao Seu, nossa vontade imerge em Sua vontade, nosso espírito torna-se um com Seu espírito, nossos pensamentos serão levados cativos a Ele; vivemos Sua vida. Isso é o que significa estar trajado com as vestes de Sua justiça.” Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 310
“Quando é Ele mesmo quem nos dá sua vestimenta, seu manto de justiça, seu caráter, que nos serve para o tempo do juízo e para o tempo de angústia, consigo ver como Ele pode vir tão logo quanto queira.” Ellen G. White
“Cristo dá-lhes o alento do Seu próprio Espírito, a vida da Sua própria vida.” Desejado de todas as Nações, pág. 708
“Cristo deu Seu Espírito como um poder divino para vencer toda tendência hereditária e cultivada para o mal, e gravar Seu próprio caráter em Sua igreja.” Desejado de Todas as Nações, p. 671
“Quando o caráter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então virá para reclamá-los como Seus.” Ellen G. White, Eventos Finais, p.39.
“Cristo dá a eles a vida de sua vida” . EGW, R&H, 5/01/1911
“A influência do Espírito Santo é a vida de Cristo no homem.” (EGW, Manuscrito 41, 1897)
“A transmissão do Espírito era a transmissão da própria vida de Cristo” EGW, R&H,13/06/1899
” É o Espírito que vitaliza […] Cristo aqui está se referindo à divindade de Seu caráter.” (EGW, R&H, 5/04/1906)
“Vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim.” Gálatas 2:20
“Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.” Romanos 8:9
“Nisto conhecemos que estamos nele, e ele em nós, pois que nos deu do seu Espírito, “1 João 4:13
Receber o Espírito de Cristo pela fé, é receber: Seu caráter, Sua vida, Sua justiça, Sua obediência. Isto é justificação pela fé!
Cristo, o EspíritoSanto: “O Espírito Santo é o Espírito de Cristo, que é enviado a todos os homens para lhes dar suficiência, para que por Sua graça possamos ser completos nele.” Ellen G. White 14MR, n° 1094.
“Não é seguro pegar o espírito de outro. Queremos o Espírito Santo, que é Jesus Cristo.” EGW, Carta 66, 10/04/1894
CONHEÇA A HISTÓRIA DO LIVRO EVANGELISMO! Saiba como se deu a elaboração do livro e quem esteve diretamente envolvido neste processo.
Parte 1
Parte 2
Parte 3
“Satanás espera envolver os remanescentes filhos de Deus na ruína geral que está para vir sobre a Terra. À medida que se aproxima a vinda de Cristo, mais determinado e decidido em seus esforços fica ele, a fim de os derrotar. Surgirão homens e mulheres proclamando possuir alguma nova luz ou alguma nova revelação, e cuja tendência é abalar a fé nos marcos antigos. Suas doutrinas não resistem à prova da Palavra de Deus. Mesmo assim, pessoas serão enganadas. Farão circular relatos falsos e alguns serão apanhados pela armadilha. Acreditarão nesses boatos e por sua vez os repetirão, e assim se formará uma cadeia que os liga com o arquienganador. Tal espírito nem sempre se manifestará em aberto desafio às mensagens enviadas por Deus, mas expressa de muitas maneiras uma deliberada incredulidade. Cada falsa declaração feita, alimenta e fortalece essa incredulidade, e por esse meio muitas pessoas serão levadas à decisão do lado errado.” (WHITE, E. G., Testemunhos para a Igreja v.5, p. 295, 296, escrito em 1895).
“O inimigo das almas tem procurado introduzir a suposição de que uma grande reforma devia efetuar-se entre os adventistas do sétimo dia, e que essa reforma consistiria em renunciar às doutrinas que se erguem como pilares de nossa fé…. Se tal reforma se efetuasse, qual seria o resultado? Seriam rejeitados os princípios da verdade… nossa religião seria alterada. Os princípios fundamentais que têm sustido a obra nestes últimos cinquenta anos [1850 a 1904], seriam tidos na conta de erros. Estabelecer-se-ia uma nova organização. Escrever-se-iam livros de ordem diferente. Introduzir-se-ia um sistema de filosofia intelectual.” (WHITE, E. G., Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 205)
“Agora esta é a fé católica: Nós adoramos um Deus na Trindade e na Trindade em união, sem confundir as pessoas ou dividir a substância, pois a pessoa do Pai é uma, a do Filho é outra, a do Espírito Santo é outra; mas a Divindade do Pai, Filho e Espírito Santo é uma, sua glória igual, sua majestade coeterna.” Catecismo, §266.
“O mistério da trindade é a doutrina central da fé católica. Sobre ele são baseados todos os outros ensinamentos da igreja. ”- O Catecismo de Hoje, p. 11 e Catecismo parágrafo 233, 235.
Vejamos a declaração de fé do adventismo atual:
“Há um só Deus: Pai, Filho, e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas.” Nisto Cremos, CPB, 2017, p. 2
Três pessoas coeternas, ou seja, existentes por toda a eternidade de forma independente, configuram um politeísmo não bíblico e estranho ao Evangelho Eterno. Jesus Cristo, quando esteve aqui na terra, ao orar ao Seu Pai, afirmou “E a vida eterna é esta: que te conheçam a Ti, o Único Deus Verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” (João 17:3).
O apóstolo Paulo também afirmou: ” Porque, ainda que haja os que são chamados de deuses, quer no céu ou na terra, todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas, e nós Nele, e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele“. 1Cor. 8:5-6.
Vejamos esta outra declaração publicada na Revista Adventista de Outubro de 1996:
“Para erradicar o pecado e a rebelião do universo e restaurar a harmonia e a paz, um dos seres divinos aceitou e entrou no papel de Pai, outro no papel de Filho. O outro Ser divino, o Espírito Santo, devia também participar na realização do plano da salvação.” (GORDON, J. Revista Adventista, 31 de outubro de 1996).
Se “Pai” e “Filho” são apenas títulos ou papéis atribuídos às duas pessoas da “trindade”, essa concepção destrói o testemunho que o próprio Deus deu de Seu Filho e o que Cristo deu de Si mesmo, sobre quem ele era – o Filho Unigênito do Pai.
Em João 5:37 Jesus afirmou que “O Pai que me enviou, Ele mesmo testemunhou sobre mim.” Podemos ler o testemunho do Pai sobre Cristo, em Mateus 3:17, quando a voz do Pai declarou “Este é meu Filho amado, em quem muito me agrado.”
Além do testemunho do próprio Pai, Cristo também disse a respeito de si mesmo “Porque lhes dei as palavras que tu me deste; e eles as receberam, e têm verdadeiramente conhecido que saí de ti, e creram que me enviaste.” (João 17: 8).
“Eu saí de Deus e vim; pois não vim de Mim mesmo, mas Ele Me enviou.” (João 8: 42).
Por ocasião da cura que realizou ao cego de nascença, Cristo lhe perguntou “Crês tu no Filho de Deus?” (João 9:35). Então o cego respondeu: “Quem é ele, Senhor, para que nele creia? E Jesus disse: Tu já o tens visto, e é aquele que fala contigo” (v. 36 e 37).
Segundo a Bíblia, essa é a fé que vence o mundo: “Quem é que vence o mundo senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?” (1 João 5:5).
E Ellen White?
Ellen cria que a filiação de Cristo era apenas um papel? Ou cria que Jesus era realmente o Filho Unigênito de Deus?
Deus é o Pai de Cristo; Cristo é o Filho de Deus. A Cristo foi dada uma posição exaltada. Ele foi feito igual ao Pai. Todos os conselhos de Deus estão abertos a Seu Filho.”. (WHITE, E. G., Testemunhos para a Igreja, v. 8, 268: 1ª ed. em 1904).
“Este fato os anjos caídos iriam obscurecer, que Cristo foi o único Filho gerado de Deus [em inglês: that Christ was the only begotten Son of God]. E eles decidiram que não iriam consultar a Cristo.” Carta 42 – 1910. (WHITE, E. G., Med. Mat. Este Dia com Deus, p. 128).
“Pai e Filho empenharam-Se na grandiosa, poderosa obra que tinham planejado — a criação do mundo.”(WHITE, E. G., História da Redenção, p. 20).
“Deus amou tanto o mundo que deu seu Filho unigênito – não um filho por criação, como foram os anjos, nem um filho por adoção, como é o pecador arrependido, mas o Filho gerado na expressa imagem da pessoa do Pai…” (WHITE, E. G., Signs of the Times, 30 de maio de 1895).
“O plano da salvação fora estabelecido antes da criação da Terra; … foi, contudo, uma luta, mesmo para o Rei do Universo, entregar Seu Filho para morrer pela raça culposa.” (WHITE, E. G., Patriarcas e profetas, p. 63).
“Pensais que o Pai entregou Seu mui amado Filho sem esforço? Não, absolutamente. Foi mesmo uma luta, para o Deus do Céu, decidir se deixaria o homem culpado perecer, ou dar Seu amado Filho para morrer por ele. […] Nada a não ser a morte e intercessão de Seu Filho pagaria essa dívida, e salvaria o homem perdido da tristeza e miséria sem esperanças. […] Vi que era impossível a Deus alterar ou mudar Sua lei, para salvar o homem perdido, e que ia perecer; portanto, Ele consentiu em que Seu amado Filho morresse pela transgressão do homem.” (WHITE, E. G., História da Redenção, p. 45).
“Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.“1 João 2:23
“Tudo por meu Pai foi entregue; e ninguém conhece quem é o Filho senão o Pai, nem quem é o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar.” Lucas 10:22
“Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus.” Mateus 10:33
Para conhecer mais sobre este e outros assuntos assista os vídeos em nosso canal no Youtube.
O livro Evangelismo é uma compilação de textos de Ellen White. Ele foi montado e publicado em 1946, com a participação ativa de LeRoy Froom. Não foi um livro escrito por ela, mas sim, montado com base no agrupamento de suas declarações. Para se fazer uma compilação, as citações são localizadas em suas publicações originais (artigos, cartas, ou outros materiais), copiadas e retiradas do contexto em que aparecem nas fontes originais, e então, são agrupadas em forma de livro, sendo este subdividido pelos organizadores em capítulos e sessões, denominados respectivamente de acordo com o(s) responsável(eis) pela compilação, preparação e publicação do material.
LeRoy Froom, Roy Allan Anderson e Louise C. Kleuser sob o encorajamento do irmão Branson foram os responsáveis pela compilação desse livro. Nele foram colocadas citações previamente selecionadas que, postas juntas, pareciam apoiar a crença trinitária, além de que, nos títulos, subtítulos e também em citações de Ellen White foi inserida a palavra “Trindade”; palavra que Ellen nunca utilizou em seus escritos originais (KNIGHT, George R., Em Busca de Identidade, 2005, p. 118). Em uma carta escrita para Roy Allan Anderson, em 18 de janeiro de 1966, LeRoy Froom declarou:
“Estou certo de que estamos de acordo em avaliar o livro Evangelismo, como uma das grandes contribuições de que a Associação Ministerial teve parte naqueles dias. Você sabe o que aconteceu com os homens da União de Columbia que se depararam com as claras e inequívocas declarações do Espírito de Profecia sobre a Divindade de Cristo, a personalidade do Espírito Santo, a Trindade e coisas do gênero. Eles tiveram que depor os braços e aceitar essas declarações, ou então teriam que rejeitar o Espírito de Profecia. Eu sei que você e a Srta. Kleuser e eu tivemos consideráveis relações com a seleção dessas coisas, sob o encorajamento de homens como o irmão Branson, que sentiram que o conceito anterior dos irmãos do White Estate neste livro sobre evangelismo não era adequado.” (FROOM, LeRoy E., Carta para Roy A. Anderson, 18 de janeiro de 1966)[1].
Um exemplo de alteração nos escritos de Ellen e que aparece no livro Evangelismo, está em uma citação na página 615: “Há três pessoas vivas pertencentes à trindade celeste; em nome destes três grandes poderes — o Pai, o Filho e o Espírito Santo — os que recebem a Cristo por fé viva são batizados” (WHITE, E. G., Special Testemonies, Série B. N. 7, p. 62 e 63 (1905). Evangelismo, p.615). Se observarmos o manuscrito original, perceberemos que esta declaração deveria ter sido publicada com o termo “personalidades” e não “pessoas”. Vejamos a página do manuscrito original:
Segundo o manuscrito original acima, Ellen White escreveu o termo “persons”, que significa pessoas, mas o corrigiu e colocou o que deveria ser o correto entendimento: riscou a letra “s” e acrescentou o final “alities”, modificando a palavra “persons” em “personalities” que significa “personalidades”. Além disso ela acrescentou o termo “the” logo após o início da frase.
Sendo assim, a frase do manuscrito original se encontra da seguinte maneira:
“There are the living thre personsalities of the heavenly trio in which every soul repenting of their sins believing receiving Christ by a living Faith to them who are baptized.”
Tradução:
“Existem as três personalidades vivas no trio celestial nas quais cada alma arrependida dos seus pecados recebendo a Cristo por meio de fé viva por eles são batizados.”
Vejamos a diferença do que foi colocado no livro Evangelismo e do que aparece no manuscrito original:
Livro Evangelismo, p. 615:
“Há três pessoas vivas pertencentes à trindade celeste; em nome destes três grandes poderes — o Pai, o Filho e o Espírito Santo — os que recebem a Cristo por fé viva são batizados” (WHITE, E. G., Special Testemonies, Série B. N. 7, p. 62 e 63 (1905). Evangelismo, p.615).
Manuscrito Original:
“Existem as três personalidades vivas no trio celestial nas quais cada alma arrependida dos seus pecados recebendo a Cristo por meio de fé viva por eles são batizados.”
Observando as duas citações lado a lado evidencia-se claramente que, para dar foco na doutrina da trindade, os responsáveis pela compilação do livro omitem o artigo “as/the”, ignoram a correção feita por Ellen White no termo “persons/pessoas” e o mantém no texto em vez de colocar o termo “personalities/personalidades”, usam a palavra “trindade” que Ellen não usou no original e inserem “em nome destes três grandes poderes – o Pai, o Filho e o Espírito Santo”, que no manuscrito também não aparece.
Há uma importante diferença conceitual entre os termos “pessoa” e “personalidade”, que se, devidamente observada, pode justificar a alteração que Ellen fez a fim de promover ao leitor uma compreensão adequada da ideia que ela estava querendo transmitir. “Person” significa “pessoa” (plural é “persons”: pessoas). “Personality” significa qualidades, características, caráter, entidade (plural é “personalities”). Era sobre esse termo “personality” que William White, filho de Ellen fez uma importante declaração a respeito da compreensão que ele tinha sobre a personalidade do Espírito Santo. Conforme já visto, na carta que escreveu para Carr, em 20 de abril de 1935 lemos:
“As declarações e os argumentos de alguns dos nossos ministros em seus esforços para provar que o Espírito Santo era um indivíduo como é Deus, o Pai e Cristo, o eterno Filho, têm me deixado perplexo e algumas vezes eles me tem entristecido. Minhas perplexidades foram minimizadas quando aprendi, no dicionário, que um dos significados de ‘personalidade’ era características. Isto está declarado de tal forma que eu concluí que pode haver personalidade sem uma forma corpórea a qual o Pai e o Filho possuem.” ((WHITE, W.C., Carta de 30 de abril de 1935 para E. H. W. Carr)[2].
Esse é apenas um dos inúmeros exemplos que poderíamos citar, que revelam a intenção dos compiladores desse livro de levar os leitores a obterem uma compreensão trina a respeito de Deus, num sentido bem diferente daquele que os pioneiros O compreendiam.
Para saber mais sobre a fé dos pioneirosclique aqui.
Outro texto presente no livro Evangelismo que busca justificar a crença em três deuses coeternos (Deus Trino), é este:
“O príncipe da potestade do mal só pode ser mantido em sujeição pelo poder de Deus na terceira pessoa da Trindade, o Espírito Santo. — Special Testimonies, Série A, 10:37 (1897).”Evangelismo, p. 617.
No Special Testimonies, Série A, 10:37, de onde foi retirada esta passagem para compor o livro Evangelismo, encontramos esta passagem escrita da seguinte maneira:
“The prince of the power of evil can only be held in check by the power of God in the third person of the Godhead, the Holy Spirit.” SpTA10 – Special Testimonies for Ministers and Workers – No. 10 1897, 37.1
Observe que no artigo original onde se encontra a passagem, está escrito “Divindade”e no livro Evangelismo, foi colocado o termo “Trindade”, termo este que, conforme mencionado anteriormente, Ellen White, nunca utilizou em seus escritos.
Analisando o símbolo da doutrina 20 do livro “Nisto Cremos” temos:
Símbolo da Crença nº 20 “O Sábado” no livro Nisto Cremos, edição 2017. Fonte: Livro Nisto Cremos (CPB, 2017, p. 309).
Neste símbolo criado para caracterizar a crença do adventismo atual no Sábado, vemos um sol atrás do número 7. O dia dedicado para a adoração do deus sol é o domingo, em inglês Sunday (dia do sol), o primeiro dia da semana e não o sétimo dia estabelecido na criação, segundo a Bíblia (Gênesis 2: 2 e 3)[1]. Em virtude da adoração à tríade pagã (Ninrode, Semíramis e Tamuz) cristianizada pelo catolicismo na elaboração da doutrina da trindade (deus Pai, deus Filho e deus Espírito Santo) em seus Concílios Antigos (especialmente o II Concílio de Constantinopla, em 553 d.C. (Catecismo da Igreja Católica, 2017, p. 76 parágrafo 253)), o dia de adoração do deus sol do catolicismo (a quem eles chamam de Jesus), é o primeiro dia da semana (o venerável dia do Sol, promulgado pelo imperador Romano Constantino, em 321 d.C. e depois introduzido como doutrina católica no decorrer do século IV); em direta rebeldia e contrafação à verdade Bíblica sobre o Único Deus verdadeiro (João 17:3)[2] e o verdadeiro dia de repouso e guarda, o sétimo dia da semana (Êxodo 20: 8-11; 31:13)[3].
Em Apocalipse 17: 3 a 5 lemos:
“E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres. E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição; E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra.”(Apocalipse 17: 3 a 5).
Na Basílica de São João de Latrão, a catedral da Diocese de Roma e a sé episcopal oficial do bispo de Roma, encontra-se uma inscrição que descreve a “maternidade” da Igreja Romana para com as “filhas” de Babilônia. Em um de suas colunas no exterior, encontra-se a seguinte inscrição: “Mãe e cabeça de todas as Igrejas de Roma e do mundo.”. Vejamos:
Essa “mãe”, segundo o texto de Apocalipse 17: 3 a 5, tem na testa uma inscrição “Mistério a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra”(v.5). No Catecismo Católico encontramos a doutrina do Mistério da Santíssima Trindade como sendo a doutrina PRINCIPAL da fé católica:
“O MISTÉRIO da Santíssima Trindade é o MISTÉRIO central da fé e a vida cristã. É, portanto, a fonte de todos os outros mistérios da fé, é a luz que os ilumina. É o ensinamento mais fundamental e essencial na ‘hierarquia das verdades de fé ‘.” (Directorium catechisticum general, p. 43, apud Catecismo da Igreja Católica, 71, pgfo. 234). Essa “mãe”, a mulher sentada sobre uma besta escarlata (v. 3), tinha na mão “um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua fornicação (idolatria)” (v. 4). Esse é o vinho da prostituição, oferecido na taça da fornicação doutrinária, no cálice de ouro que a grande meretriz de Apocalipse 17, a mãe das prostituições da terra deu de beber aos que habitam sobre a terra (Ap. 14:8; 17:5)[1], a todas as nações: um deus falso (o mistério da santíssima trindade) adorado num dia falso (no domingo “Dies Solis”), o deus trino solar adorado no dia do sol. Vejamos alguns símbolos do catolicismo, onde tem-se a figura do sol dentro da taça dourada, mostrando assim, através das imagens em que constitui o vinho de babilônia.
Vamos rever o que foi publicado na Review and Herald de 04 de abril de 1854 sobre a guarda do domingo (“Dies Solis”):
“RAZÕES CATÓLICAS PARA GUARDAR O DOMINGO.
“1. Porque ‘também é chamado domingo da antiga denominação romana de Dies Solis, o dia do sol, para o qual era sagrado’. ‘Domingo era um nome dado pelos pagãos para o primeiro dia da semana, porque era o dia em que eles adoravam o sol.’ 2. Porque é ‘em honra da bem-aventurada Virgem Maria’. 3. Porque ‘é um dia dedicado pelos apóstolos à honra da Santíssima Trindade’. 4. ‘Porque Cristo nasceu em um domingo.’ 5. Porque ele ‘ressuscitou dos mortos no domingo’. 6. Porque ele ‘enviou o Espírito Santo no domingo’. 7. Porque ‘a obra da nossa redenção foi uma obra maior do que a da nossa criação’. 8. Porque ‘temos para isso a autoridade da Igreja Católica e da tradição apostólica’. 9. Porque ‘o domingo é santificado pela audição da missa’. 10. Por causa de uma carta relatada como tendo ‘vindo do céu para Jerusalém e encontrado no sepulcro de São Simão’. (FRISBIE, J. B., Review and Herald, 04 de abril de 1854)[1].
Por que então colocar a figura de um sol como símbolo do dia de descanso na crença “O Sábado” do livro Nisto Cremos? Estaria o adventismo atual adorando o deus sol (o mesmo deus trino do catolicismo) no dia sétimo? Qual Deus os pioneiros do adventismo adoravam? (veja a publicação sobre a fé dos Pioneiros aqui)
O verdadeiro dia de adoração remete ao verdadeiro Deus que deve ser adorado. Para que haja a verdadeira adoração AS DUAS COISAS precisam andar juntas. Satanás está tentando enganar as pessoas ao fazer elas acreditarem que se guardarem o dia verdadeiro estarão honrando a Deus. No entanto, a questão a ser pensada é: a qual Deus estão adorando no dia verdadeiro?
Se adorarmos um deus falso no dia falso, ou adorarmos um deus falso no dia verdadeiro, tem alguma diferença?
A VERDADEIRA ADORAÇÃO se concretiza na harmonia dessas duas coisas: o dia em que se adora e o Deus a quem se adora. Se um deles não estiver de acordo com a Verdade, não há verdadeira adoração.
“Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.”João 4:24
“E santificai os meus sábados, e servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o YHWH vosso Deus.”Ezequiel 20:20
[1] “E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu, caiu Babilônia, aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua fornicação.” (Apocalipse 14:8); “E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra.” (Apocalipse 17:5).
[1]“E havendo Deus acabado no dia sétimo [na versão Hebraica Verdadeiro Nome, aparece “acabado no sexto dia”] a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera.” (Gênesis 2:2,3).
[2] “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” (João 17:3).
[3]“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.
Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.” (Êxodo 20:8-11); “Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica.” (Êxodo 31:13).